Para quem acredita na inclusão

Procura-se urgentemente alguém que acredite na inclusão.
Alguém que esteja aberto à incluir, a abrigar, a abraçar, a acolher.
Que seja disposto a abrir oportunidades.
Tenha boa vontade para estimular as habilidades de outrem.
Que queira perceber as potencialidades de outro alguém.
Que seja humano.
Alguém que veja além das máscaras.
Que consiga acreditar no outro.
E que acredite em si mesmo.
Alguém que queira assumir desafios.
Que não tenha medo das diferenças.
Mas que seja diferente.
Que não acredite em barreiras.
E que não aceite limites.
Procura-se alguém que confie no brilho do olhar.
Que tenha fé no seu próprio coração.
E que acredite na INCLUSÃO.

Lara Orlow

terça-feira, 9 de julho de 2013


Vamos utilizar nosso espaço!

Esse material foi utilizado na reunião de 26 de abril, espero que auxilie de alguma meneira!
Aos colegas de Sala de Recursos, envie sugestões.

Estudo sobre Síndrome de SturgeWeber

Conhecendo um pouco mais:

Temos ainda um ppt sobre a Síndrome, mas não sei como postar. 
Quem se interessar é só enviar um e-mail: educ.especial.guara@gmail.com

Vídeo para reflexão:


Colaboração  do Professor Maurício, CEF 01 do Guará

O Homem; As Viagens
O homem, bicho da terra tão pequeno
Chateia-se na terra
Lugar de muita miséria e pouca diversão,
Faz um foguete, uma cápsula, um módulo
Toca para a lua
Desce cauteloso na lua
Pisa na lua
Planta bandeirola na lua
Experimenta a lua
Coloniza a lua
Civiliza a lua
Humaniza a lua.
Lua humanizada: tão igual à terra.
O homem chateia-se na lua.
Vamos para marte - ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em marte
Pisa em marte
Experimenta
Coloniza
Civiliza
Humaniza marte com engenho e arte.
Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro - diz o engenho
Sofisticado e dócil.
Vamos a vênus.
O homem põe o pé em vênus,
Vê o visto - é isto?
Idem
Idem
Idem.
O homem funde a cuca se não for a júpiter
Proclamar justiça junto com injustiça
Repetir a fossa
Repetir o inquieto
Repetitório.
Outros planetas restam para outras colônias.
O espaço todo vira terra-a-terra.
O homem chega ao sol ou dá uma volta
Só para tever?
Não-vê que ele inventa
Roupa insiderável de viver no sol.
Põe o pé e:
Mas que chato é o sol, falso touro
Espanhol domado.
Restam outros sistemas fora
Do solar a col-
Onizar.
Ao acabarem todos
Só resta ao homem
(estará equipado?)
A dificílima dangerosíssima viagem
De si a si mesmo:
Pôr o pé no chão
Do seu coração
Experimentar
Colonizar
Civilizar
Humanizar
O homem
Descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
A perene, insuspeitada alegria
De con-viver.





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